2015: o ano do sucesso

2015: o ano do sucesso

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30 anos, a idade do sucesso!

No filme De repente 30 esse é o pensamento da jovem Jenna Rink, interpretado pela linda Jennifer Garner (já perdi as contas de quantas vezes assisti esse filme rsrs).

Porém, esse ano essa frase tem, para mim, um gostinho especial! É minha gente… é em 2015 que eu faço 30 anos (a idade do sucesso!). E é engraçado todos os sentimentos que a gente passa com a aproximação dessa idade. Bom, que pelo menos eu passei/tô passando! Se me permitem, queria compartilhar aqui com vocês! 

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Depois de uma infância onde brinquei pacas ralando todas as partes expostas possíveis e de uma adolescência onde eu preferia não ser notada (como diria Denize, “eu era minha coisinha estranha nessa idade!” haha), cheguei aos 20! 

Ah, os 20! Já parece uma idade tão adulta né? E eu ainda achava que lá pelos 25 anos estaria com minha vida feita: formada, casada, com casinha comprada e tudo mais! #sabeDeNada

Mas ah… os 20! ^^ Pra mim, cada ano dessa década foi bem especial! Trabalhar eu já trabalhava. Mas foi nessa década que tirei carta, comprei moto, caí de moto (esse trecho repete umas 6X hihi), comprei carro, fui dama de honra da minha irmã, fui morar sozinha, comecei faculdade, tranquei faculdade, comecei outra faculdade (e tô fazendo essa ainda! rs), continuei com amizades lindas que já tinha antes do 20 e fiz algumas novas tão lindas quanto!

E só fui ter meu primeiro porre aos 27! hahaha 

Ou seja, errei feio na minha ~previsão~ de que com 25 anos eu teria a “vida feita”.

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E agora? Chega a hora de fazer a previsão da década trintinha? Naaah… acho que não né? Quando eu tinha 26/27 anos foi quando bateu uma deprê por estar rumando à casa dos 30 e eu na dúvida se estava no rumo certo. Mas agora, aos 29, não sinto tanto essa deprê não. Medo talvez. Mas é medo dos pés de galinha e o “meo Deos do céu, fica comigo colágeno”!! hahaha

De qualquer forma, as coisas parecem que vão um pouco mais rápido. E isso sim se eu pudesse mudar, mudaria: um pouco mais de calma nessa corrida louca que chamamos de tempo.

Mas já que não temos esse poder, temos que tentar fazer o nosso melhor não é? Porque acho que o que mais aprendi até agora com relação a nossa própria idade é que cada idade é uma jóia linda e rara! E li isso esses dias atrás:

“Ser jovem é mais do que um número no documento de identidade. Ser jovem é se sentir vivo a cada dia que nasce e a cada noite que cai. Ser jovem é encontrar sempre motivos para ser feliz e para celebrar essa felicidade.

Bora lapidar mais uma década de juventude então! 

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Um super beijo, e até o próximo post! 

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