Brasil: fazer sua parte / fazer a diferença

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Então minha gente.. era pra esse post ter saído ontem. Mas por problemas técnicos na minha internê, só deu certo hoje! rs.

Ontem, por mais que eu quisesse (ou que nós quiséssemos), o assunto política não saia dos feeds e da cabeça! Mas em meio a tantos ofensas (isso não é legal!), comemorações de vitória ou tristezas pela perda, essa notícia abaixo me alegrou! Me alegrou e me fez lembrar que independente de tudo temos que nos esforçar por fazer nossa parte. E fazer bem feito!

A notícia, é sobre Raíssa Müller. Vamos ler?

Raíssa

Em 2006, a região metropolitana de Porto Alegre sofreu um dos maiores desastres ambientas da sua história, provocado pelo despejo excessivo de esgoto doméstico e industrial no Rio dos Sinos. O desastre matou cerca de 100 toneladas de peixes. Na mesma época, Raíssa Müller tinha apenas 11 anos e colocou na cabeça que queria encontrar uma maneira de limpar rios e oceanos da poluição provocada pelo descaso humano.
Hoje, Raíssa tem 19 e está prestes a embarcar em uma viagem para a Universidade de Harvard, onde irá apresentar um componente que faz exatamente o que ela sonhou: absorve substâncias químicas nocivas às águas do planeta.
Obviamente, o projeto que ela e seu colega, Gabriel Chiomento, criaram nos últimos anos foi bem mais complicado do que ela esperava, mas o processo pode ser uma alternativa real para a despoluição de afluentes que se tornam cada vez mais preciosos para nossa sobrevivência.
Raíssa é uma das cinco jovens selecionadas para o programa Village To Raise a Child, que incentiva todo mundo a ir atrás de seus sonhos nas áreas de inovação social e desenvolvimento. O evento ocorre no dia 8 de novembro em Cambridge, na sede da Universidade de Harvard. Raíssa vai apresentar um tipo de esponja de criptomelano, que pode absorver até 22 vezes o seu próprio volume e é um mineral à base de óxido de manganês. A esponja age de forma seletiva absorvendo óleos e repelindo água, além de ser reutilizável ele ainda permite que o óleo/petróleo resgatado também seja reutilizado.
O mais impressionante dessa história é que ela e seu colega fizeram a pesquisa inteira de forma voluntariosa e sem bolsa. Às vezes, até mesmo gastando dinheiro do próprio bolso para adquirir material e equipamentos que o laboratório da Escola Técnica Liberato não possuía. Mas sem a ajuda da escola esse projeto não existiria, já que eles emprestaram o laboratório e grande parte dos equipamentos – além da ajuda da professora Schana Andreia da Silva, que orientou a dupla.

Foto: Harvard

 

Arrasaram né?

Meus parabéns à Raíssa e à professora Schana! Que o exemplo fique de inspiração e incentivo para cada um de nós! =)

Um super beijo! E até o próximo post!

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